Às vezes tarda a noite,
E eu fico acordado e observo-a dormindo
Ela esta perdida nos meus sonhos pacíficos
Entao apago a luz e fico na escuridao
E o pensamento cruza a minha mente
Se eu acordar de manha,
Sera que ela, em algum momento,
Duvidaria do que eu sinto por ela no meu coraçao?
Se o amanha nao chagar,
Ela sabera o quanto a amo
Eu tentei, de todas as forma, mostrar-lhe todos os dias
Que ela é unica para mim
O amor que lhe dei no passado
Sera suficiente para durar,
Se o amanha nunca chegar?
Perdi imensas pessoas queridas na minha vida,
Que nunca souberao o quanto eu as amei
Agora eu vivo com o arrependimento
Que os meus sentimentos verdadeiros nunca foram,
Revelados
Fiz uma promessa a mim mesmo
Dizer todos os dias o quanto significas para mim
E ivito a circunstancia aonde nao ha
Uma segunda chance de lhe dizer como me sinto...
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
O teu silencio
É maravilhoso como consegues falar
Do meu coraçao.
Sem dizeres uma unica palavra, consegues iluminar
O meu caminho
Eu nunca vou conseguir explicar
O que eu ouço quando nao dizes nada
O sorriso no teu rosto
Faz-me saber que precisas de mim
Existe uma verdade nos teus olhos,
Dizendo que nunca me vais deixar.
O toque da tua mao,
Diz-me que me vais segurar sempre que eu cair.
Durante o dia consigo ouvir pessoas a falar muito alto
Mas quando me trazes para perto de ti,
Destrois a multidao.
Eles nunca vao conseguir defenir,
O que foi dito entre o meu e o teu coraçao.
Do meu coraçao.
Sem dizeres uma unica palavra, consegues iluminar
O meu caminho
Eu nunca vou conseguir explicar
O que eu ouço quando nao dizes nada
O sorriso no teu rosto
Faz-me saber que precisas de mim
Existe uma verdade nos teus olhos,
Dizendo que nunca me vais deixar.
O toque da tua mao,
Diz-me que me vais segurar sempre que eu cair.
Durante o dia consigo ouvir pessoas a falar muito alto
Mas quando me trazes para perto de ti,
Destrois a multidao.
Eles nunca vao conseguir defenir,
O que foi dito entre o meu e o teu coraçao.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Unico
Não me consigo lembrar de nada
Não consigo dizer se isto é sonho ou realidade
Dentro de mim sinto vontade de gritar
Este terrível silencio esta a prender.me
Agora que esta guerra acabou comigo
Eu acordo e não posso ver
Que não resta muito de mim
Nada é real a não ser a minha dor
Prendo a respiração enquanto desejo morrer
Agora o mundo desapareceu, eu sou o único.
Tudo o que vejo: horror absoluto
Não consigo viver
Não consigo morrer
Preso dentro de mim mesmo
O meu corpo é a minha cela.
Campo minado arrancou.me a visão
Arrancou.me a fala
Arrancou.me a audição
Arrancou.me os braços
Arrancou.me a alma
Deixou.me a vida num inferno
Não consigo dizer se isto é sonho ou realidade
Dentro de mim sinto vontade de gritar
Este terrível silencio esta a prender.me
Agora que esta guerra acabou comigo
Eu acordo e não posso ver
Que não resta muito de mim
Nada é real a não ser a minha dor
Prendo a respiração enquanto desejo morrer
Agora o mundo desapareceu, eu sou o único.
Tudo o que vejo: horror absoluto
Não consigo viver
Não consigo morrer
Preso dentro de mim mesmo
O meu corpo é a minha cela.
Campo minado arrancou.me a visão
Arrancou.me a fala
Arrancou.me a audição
Arrancou.me os braços
Arrancou.me a alma
Deixou.me a vida num inferno
Nada mais importa
Tao perto, nao importa o quão distante,
Não poderia ser mais distante do coração.
Eternamente confiando em quem somos
E nada mais importa.
A vida é nossa, nos a vivemos da nossa maneira
Todas estas palavras, eu simplesmente nao as digo por dizer
A confiança eu procuro e encontro em ti
A cada dia, para mim é algo novo
Uma mente aberta para uma concepçao diferente,
Nunca me importei com o que eles fazem,
Mas eu sei.
Não poderia ser mais distante do coração.
Eternamente confiando em quem somos
E nada mais importa.
A vida é nossa, nos a vivemos da nossa maneira
Todas estas palavras, eu simplesmente nao as digo por dizer
A confiança eu procuro e encontro em ti
A cada dia, para mim é algo novo
Uma mente aberta para uma concepçao diferente,
Nunca me importei com o que eles fazem,
Mas eu sei.
domingo, 21 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Eu tenho tempo...
É engraçado, como eu vivo,
E vou em frente sem ti
Tal como eu tenho tido todos os meus votos
Sem dizer " eu faço "
E eu nao tenho paciencia,
Pois bem eu mal posso esperar
Sem derrubar ninguem
Agora é engraçado de ver
O que acontece quando estamos juntos
Nao é em torno de ti
Agora diz-me quem terá tido a culpa
Por tua causa e pelas tuas dores...
Diz-me quem é que estas a deixar solitario?
Em quando esperas em vao...
E vou em frente sem ti
Tal como eu tenho tido todos os meus votos
Sem dizer " eu faço "
E eu nao tenho paciencia,
Pois bem eu mal posso esperar
Sem derrubar ninguem
Agora é engraçado de ver
O que acontece quando estamos juntos
Nao é em torno de ti
Agora diz-me quem terá tido a culpa
Por tua causa e pelas tuas dores...
Diz-me quem é que estas a deixar solitario?
Em quando esperas em vao...
Desculpa-me
Desculpa-me
Por tudo o que sempre fui
Pelo jeito como acabou e como sempre é
O jeito que eu sou, torna-se sempre culpa minha?
Tu sabes que se eu pudesse mudar quem eu sou agora
Eu nao o faria
Se eu pudesse fazer todo o meu passado ir embora
Eu nao mudaria nada
Porque quando nos conhecemos era tudo o que querias
Agora tudo o que queres de mim é a minha culpa
Por estar a dizer quem eu sou realmente!
Por tudo o que sempre fui
Pelo jeito como acabou e como sempre é
O jeito que eu sou, torna-se sempre culpa minha?
Tu sabes que se eu pudesse mudar quem eu sou agora
Eu nao o faria
Se eu pudesse fazer todo o meu passado ir embora
Eu nao mudaria nada
Porque quando nos conhecemos era tudo o que querias
Agora tudo o que queres de mim é a minha culpa
Por estar a dizer quem eu sou realmente!
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